terça-feira, 24 de julho de 2012

Faleceu Joaquim Sequeira Teles

24-07-2012 17:07 | Norte
Peso da Régua: Faleceu Joaquim Sequeira Teles

Joaquim Sequeira Teles, faleceu esta tarde na cidade do Peso da Régua. Ex árbitro e dirigente federativo, Sequeira Teles exerceu durante cerca de quarenta anos as mais diversas funções ao serviço do Futebol, quer no distrito de Vila Real, quer a nível nacional, tendo sido agraciado pela Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol do com o título de Sócio de Mérito da FPF, no passado dia 12 de Maio, por proposta levada a cabo pela Associação de Futebol de Vila Real.
O funeral realiza-se no dia 25 de Julho pelas 14h30m na igreja de Godim no Peso da Régua. (In Porto Canal)
Palavras do Dr. José Alfredo Almeida (JASA), dirigente dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua: Faleceu no dia 24 de Julho corrente, ao meio da tarde, Joaquim Sequeira Teles, com 82 anos de idade. Um bom reguense, homem generoso e solidário foi bombeiro do Corpo de Bombeiros da Régua, desde 1950 a 1980, fazendo parte agora do seu Quadro de Honra. Foi também  desportista, árbitro de futebol, dirigente associativo da Federação Portuguesa de Futebol,  e antigo empresário da construção civil, sendo um dos sócios da extinta Construtora do Douro.
A nossa sentida homenagem e o nosso sentido pesar à sua família, em especial aos seus irmãos, Irmã Rosinha, Padre Sequeira Teles e sobrinho Sub-Chefe dos B.V. da Régua Carlos Amaral.

Sobre Joquim Sequeira Teles:
Clique  nas imagens acima para ampliar. Edição de J. L. Gabão para o blogue "Escritos do Douro" em Julho de 2012. Só é permitida a reprodução e/ou distribuição dos artigos/imagens deste blogue com a citação da origem/autores/créditos.

A minha RÉGUA ! - 35

PONTES
Fotos que refletem um estado de alma sobre a nossa cidade


Se participa da rede social 'FaceBook', poderá apreciar a coletânea de imagens 'A Minha Régua' (até ao momento com 602 fotos) no álbum 'Peso da Régua'.
Clique  nas imagens para ampliar. Novas e inéditas imagens serão publicadas em breve. Imagens cedidas por José Alfredo Almeida e editadas para este blogue. Edição de J. L. Gabão para o blogue "Escritos do Douro" em Julho de 2012. Este artigo pertence ao blogue Escritos do DouroTodos os direitos reservados. É proibido copiar, reproduzir e/ou distribuir os artigos/imagens deste blogue sem a citação da origem/autores/créditos. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Recortes sobre o DOURO

PORTUGAL EM DOIS POSTS (transcrevemos só a parte 1 referente ao 'Douro')

Parte 1:

O mais bacana de rodar pelo mundo, conhecer outras pessoas e culturas é que a cada viagem vai-se ficando mais generoso. Impossível conhecer alguém que volte para casa e não divida suas dicas, restaurantes, programas, comprinhas e achados. Mais difícil ainda é encontrar alguém que não goste fazer as vezes de cicerone e apresentar o seu país a um viajante. É graças a essa generosidade que vamos conhecendo insiders pelo mundo. Um deles acaba de dividir conosco seu roteiro predileto por Portugal. Checamos tintim por tintim e é perfeito. Por isso, com a mesma vibe de dividir aquilo que recebemos tão generosamente, vai aqui um tour sem igual para fazer idealmente em dez dias pela terrinha (se tiver, mais tempo, estique a viagem o quanto puder. Portugal é o tal!).
Comece pelo Porto e lá não deixe de visitar a Casa de Serralves, que faz parte do museu de arte moderna de Portugal e tem arquitetura e jardins lindos, além de uma coleção incrível. A casa é um exemplo único do período art-déco. É de parar o coração. Ainda no Porto dois restaurantes imperdíveis: o The Yeatman, que oferece um menu harmonizado com vinhos das várias regiões do país, e o Pedro Lemos, melhor restô da cidade. Para uma experiência mais pop, aposte no Capa Negra e peça, sem medo, uma francesinha, um sanduba daqueles, recheado com muita carne e um ovo estalado por cima.
Casa de Serralves.
Ricardo Costa, o estrelado chef do The Yeatman.
Décor sobrio + iluminação acolhedora no Pedro Lemos.
Se jogue nas francesinhas.

Depois, rume para os vinhedos do Douro. Os nossos prediletos são Niepoort, Casa do Vallado (aqui, o hotel também é muito simpático) e Casa Ferreirinha. Para almoçar, fique com a Quinta da Romaneira ou com o D.O.C (o chef Rui Paula é uma celebridade local. Celebs globais, em passagem pelo Douro, vão lá provar sua comida). No jantar, a pedida é o restaurante do Aquapura Hotel. Aliás, o caminho que liga o Aquapura até o vilarejo de Pinhão, sempre margeando o rio, é de tirar o fôlego.
Apesar do vinhos Niepoort feitos no Porto serem os mais conhecidos, é dos vinhedos do Douro que sai, em anos realmente especiais, o espetacular Charme.
Barca Velha: um clássico, pioneiro entre os vinhos tintos não fortificados no Douro, é um espetáculo em forma de vinho. O Reserva Especial, o outro rótulo especial da Casa Ferreirinha, só é feito em anos ótimos: até hoje foram apenas 12 safras. Só depois de anos de garrafa dos melhores vinhos da Cassa Ferreirinha é escolhido o rótulo, se Reserva Especial ou se Barca Velha. Reza a lenda que eles reúnem a família para jantar. Se acabar o vinho, é Barca Velha. Se sobrar, é Reserva Especial.
Quinta da Romaneira.
D.O.C, um dos muitos restôs de Rui Paula.
Aquapura Hotel: são apenas 50 quartos e 21 villas de pura maravilha.

E agora, como esse roteiro só termina em Lisboa e ainda há um bocado pelo caminho, a continuação fica para o próximo post, tá? Até loguinho!

Posted by: B360 Insider


Transcrição de 'B360 Insider LifeStyle to love' - Portugal em dois posts - Parte 1 - "Nova divisão do Student Travel Bureau, a B360 nasceu da vontade de oferecer ao viajante planos customizados para momentos inesperados, temporadas únicas e experiências inéditas. Belos horizontes, sensações emocionantes. Seu embarque é imediato."

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Em conversa com Nogueira Borges - Frases...

Clique na imagem para ampliar

- M. Nogueira Borges, 31 de Agosto de 2011
Clique  na imagem acima para ampliar. Imagem de M. Nogueira Borges de autoria de J. L. Gabão. Edição de J. L. Gabão para o blogue "Escritos do Douro" em Julho de 2012 e em homenagem ao saudoso Amigo MANUEL COUTINHO NOGUEIRA BORGES. O texto de M. Nogueira Borges é retirado de parte de missiva dirigida a JASA. Só é permitida a reprodução e/ou distribuição dos artigos/imagens deste blogue com a citação da origem/autores/créditos.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Recortes - ESTAÇÃO DA RÉGUA - Início do Projecto

MOVIMENTO CÍVICO PELA LINHA DO CORGO
Entretanto:
Peso da Régua foi elevada à categoria de cidade a 14 de Agosto de 1985. Em 1988 foi reconhecida pelo Office Internacional de la Vigne et du Vin como Cidade Internacional da Vinha e do Vinho.
Muito haveria a contar sobre esta localidade espelhada pelo rio Douro. Contudo o que me leva a falar aqui da localidade de Peso da Régua é única e exclusivamente restrito à sua Estação de Caminho-de-Ferro. Esta é uma região que tem vindo a ganhar uma rede de estradas que a atravessam em várias direcções, mas só mesmo o comboio nos dá a liberdade total para essa viagem de comunhão com a terra.
Não é apenas o que os olhos vêm que nos surpreende. É a nossa própria meditação, embalada no rumor dos carris, que mistura sensações e memórias, busca a compreensão do que não se vê mas se imagina em cada trecho da paisagem. Não é difícil perceber a dimensão titânica do trabalho humano que transformou as montanhas de xisto em patamares de vinhedos. Ou o que foi rasgar a penedia para construir o caminho por onde seguimos, na linha do Douro, aqui e ali suspenso sobre pontes de ferro, a desafiar desfiladeiros.
Há 150 anos, quando ainda se pensava no projecto ferroviário para esta região o transporte de uma das maiores produções nacionais, o vinho do porto, era feito pelo rio nos barcos rabelos. O transporte do vinho, neste «rio de mau navegar», de caudal e leito muito irregulares, cheio de poços, cachões e secos, fazia-se nos tradicionais rabelos. Todos os anos, eram mais de duas mil viagens, cada uma delas demorando vários dias de navegação perigosa. Por isso, o comboio constituiu, durante décadas, a grande esperança desta terra.
Porém o comboio só chega por volta de 1879 exactamente numa altura muito má na produção deste nosso vinho. O oídio e a filoxera tinha desvastado completamente todo o vinhedo do Douro, e o comboio ao invés de ter trazido prosperidade para este povo foi talvêz o principal meio de regressão para um progresso que bem podia ter acontecido, se as elites políticas e financeiras tivesse decidido mais cedo a construção deste Caminho-de-Ferro. As populações empobrecidas pelas consequentes pragas da vinha, viram-se obrigadas a abandonar as suas terras, servindo-se do comboio para emigrarem, procurando outra forma de vida que lhes proporcionassem melhores rendimentos.
Como diz o proverbio “vale mais tarde do que nunca”, foi realmente graças ao comboio, que esta região viu acelarar o processo de reprodução das vinhas e em pouco mais de 10 anos fizeram-se no Douro mais de 20 mil hectares de plantações. O comboio veio assim permitir uma reordenação do território e uma integração no espaço regional.
É a partir daqui que se vai iniciar o projecto de uma via estreita, das primeiras a serem construidas, a Linha do Corgo que iria pôr a descoberto todo o valor paisagístico, e não só, de um vale até à altura desconhecido.

Transcrição de "Um Combóio Chamado Texas - 100 anos de História" - Design by Simon Fletcher. Desenvolvido por Tumblr© Copyright 2010

Clique  nas imagens para ampliar. Edição de J. L. Gabão para o blogue "Escritos do Douro" em Julho de 2012. Permitida a copia, reprodução e/ou distribuição dos artigos/imagens deste blogue só com a citação da origem/autores/créditos.