quinta-feira, 21 de julho de 2011

Lagar da Memória na Feira do Livro de Stª Marta de Penaguião

CONVITE para 24 de Julho, pelas 21 h em Santª Marta de Penaguião.
Alguns trechos do "Lagar da Memória" de M. Nogueira Borges.
"Lagar da Memória" na Editora "Mosaico das Palavras".
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Biografia
Nascido em São João de Lobrigos, concelho de Santa Marta de Penaguião, uma das “fronteiras” que une os socalcos durienses às fragas transmontanas, M. Nogueira Borges estudou em Lamego e no Porto, Mais tarde, já em Coimbra, matriculado na Faculdade de Direito, conheceu as praxes e as serenatas, a tradição lendária das “repúblicas” e as trovas de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira. Ligou-se à Gazeta de Coimbra e, esporadicamente, à revista Capa e Batina.
Mobilizado para a guerra colonial, e colocado em Moçambique pelo lápis amanuense, colaborou na Voz da Zambézia, Notícias da Beira, Revista Nova e Diário de Moçambique.
Regressado de África, tornou-se trabalhador bancário. Logo, publica, em edição de autor, Não Matem a Esperança, obra de fidelidade às origens, fidelidade que prosseguiu nas páginas dos semanários Miradouro, Voz de Trás-os-Montes, Arrais e Notícias do Douro.
Foi co-autor das obras Imagens da Nossa Memória e A Arte Pela Escrita Três, editadas pela Mosaico de Palavras Editora.


Sinopse
“As páginas que se seguem são recolhas de alguns anos de vida guardadas no Lagar da (minha) Memória. Nasceram, como as uvas da PÁTRIA DURIENSE, de cepas de várias castas, idades e lugares. Umas têm o benefício da Região Demarcada, outras, os transcursos citadinos e africanos. Nenhuma delas rejeito: nem a doçura amadurecida, nem o amargo fora de época” (M. Nogueira Borges, in “Apresentação”).
É a vida do Douro, as vidas à volta das vinhas e dos campos, dos fraguedos e dos socalcos, um cheiro a lagar ubérrimo e redentor que salpicam o leitor ainda fiel às águas de uma pátria sempre rude para aqueles que não a foram abandonando. Tal como o autor.

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